Estratégias, Expressões e Experiências de Marca.

Mercado de consolidações – onde os fracos não têm vez.

Por Tania Savaget.

Mesmo em momentos como o atual, com a economia global “derretendo”, todos os reports que tenho lido sobre o Brasil mostram otimismo em relação à nossa economia. Afinal, desde o chamado “Milagre Econômico” que o nosso país não vive um momento tão propício à expansão sustentável. Da pequena indústria de base – petróleo, energia e siderurgia – incentivada e subsidiada na década de 70 até agora, nunca tivemos um mercado interno tão dinâmico e uma situação tão favorável na agenda global.

Somos hoje um grande mercado consumidor, que atrai investimentos governamentais e privados; temos um mercado de capitais mais sólido, uma grande reserva de recursos naturais e, por tudo isso, estamos na mira de empresas e marcas do mundo todo. Para as marcas nacionais, se por um lado têm o conhecimento do mercado e dos seus públicos e os benefícios do momento, por outro precisam encarar uma concorrência interna e, principalmente, externa, que chega para disputar espaço.

Nesse cenário, ser pequeno ou manter-se independente pode ser um risco. Profissionalizar equipes, aumentar eficiência, otimizar custos, planejar sucessões e buscar parcerias precisa estar na agenda para garantir a continuidade dos negócios. Com isso, uma onda de fusões, aquisições e consolidações ganha força em muitos segmentos. Nesta hora, é preciso pensar que, mais do que juntar pessoas e processos, deve-se juntar culturas e isto, quase sempre, é um processo complexo e que deve ser olhado na ótica do branding. Para quem trabalha com marcas é uma oportunidade de construir, posicionar e reposicionar marcas.

*Post também publicado no BlueBus

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